sábado, 5 de agosto de 2017

"Emoji - O Filme" em análise 💩

De acordo com os críticos, Emoji - O Filme pode ter sido uma das piores criações cinematográficas dos últimos anos. Nos sites de filmes, conta com uma classificação muito baixa - no IMDb tem 1,5 em 10, no Rotten Tomatoes tem 6 em 100% e no Metacritic tem nota 12 também em 100 -, mas será que é uma animação assim tão má? 


Este filme mostra o que acontece quando alguém envia um emoji, a "maior invenção de sempre na comunicação", numa mensagem do seu smartphone. Os emojis vivem em Textópolis e cada um tem a sua função e a sua cara: o emoji triste chora, o sorridente sorri, etc, etc. E depois há o protagonista, Gene, que é o emoji "bah", mas que não consegue ser "bah" porque tem mais do que uma reação: é capaz de sorrir, chorar, rir, ficar corado, tudo, até pode ficar com corações nos olhos.
O sonho de qualquer emoji é o de ser escolhido para aparecer numa mensagem. Gene quase arruína tudo e por isso a emoji Sorridente decide apagá-lo do sistema, mas o "bah" foge e vai à procura de uma hacker, a Rebelde, juntamente com o seu novo amigo, Hi-5. Depois, os três têm de ir até à Dropbox para salvar Gene. Sim... À dropbox! O objetivo dos protagonistas deste filme é chegar à Dropbox!... Ah! E somos também apresentados aos pais de Gene, a mãe "bah" e o pai "bah", que estão a ter uma crise no casamento...
Bem... Na versão original, este filme conta com as vozes de T. J. Miller, James Corden, Anna Faris, Christina Aguilera, entre muitos outros, com destaque para Patrick Stewart - conhecido especialmente por ter entrado nos filmes de X-Men - que dá voz ao Cocó... Mas, infelizmente, não pude ouvir o Cocó a falar com a voz de Patrick Stewart porque vi o filme na versão portuguesa, que conta, principalmente, com as vozes dos locutores da Rádio Comercial.
Agora, retomando a questão do início desta publicação, esta animação é assim tão má? Sim, é. Honestamente acho que o filme não faz sentido nenhum. A ideia de pegar nos emojis e de criar um mundo para eles até seria engraçada, mas não correu bem. O filme tem momentos que foram feitos para rir, mas que não têm piada. E depois o objetivo de chegar a Dropbox também é um tanto ridículo...
Não sei se esta animação foi feito só para crianças, mas questiono-me se uma criança é capaz de gostar de o ver e tenho dúvidas acerca disso. Acho mesmo que não iam perceber muitas coisas que ali são ditas.
É importante referir que temos também presentes várias crianças ou adolescentes (dizem que são alunos do Secundário, apesar de fisicamente não parecerem) constantemente agarrados ao telemóvel e a dramatizarem porque enviaram um emoji errado. Também os utilizadores do Facebook não escaparam a uma breve crítica, que mostra que no Facebook todos só queremos ter fama e que nesta rede social não existem amigos verdadeiros...
São ditas coisas como, por exemplo, "um emoji vale mais que cem palavras" e, assim sendo, vou terminar com um emoji que é capaz de descrever bem este filme: 💩.
Enfim, se ainda assim quiserem ver, Emoji - O Filme estreia nos cinemas no dia 10 de Agosto.
2/10 ⭐

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

"In a Heartbeat": uma curta-metragem cheia de amor


Hoje trago-vos uma nova animação, com um estilo muito semelhante ao da Pixar, produzida por Beth David e Esteban Bravo, dois estudantes de Cinema. Uma curta-metragem que mostra o amor entre duas crianças, dois rapazes. Como seria de esperar, está a receber tanto críticas positivas como, infelizmente, negativas. Mas acredito que vai conquistar o coração de todos os leitores aqui do blogue, por isso deixo-vos aqui, In a Heartbeat.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

"Baby Driver" em análise

Com um nome inspirado numa música da dupla americana Simon and Garfunkel, Baby Driver é o novo filme de Edgar Wright - realizador de Shaun Of The Dead e Scott Pilgrim Contra o Mundo. Já é considerado por muitos o filme deste Verão. Tardou a chegar às salas de cinema portuguesas - em Inglaterra e nos Estados Unidos já estreou há uma semana - mas já o podem ir ver a partir de hoje.


Baby é um rapaz que assistiu à morte dos pais num acidente de automóvel e que a partir daí passou a ouvir acufenos. Para que o zumbido não o afetasse tanto, começou a andar sempre com, pelo menos, um iPod no bolso e sempre com fones nos ouvidos a ouvir música. Além disso, também grava conversas, para depois fazer as suas próprias mixs com elas.
A partir de um certo momento, vê-se forçado a juntar-se à vida do crime, para pagar uma divida. Tem um especial talento para a condução e, por isso, torna-se motorista. É ele que ajuda os seus colegas a fugir depois dos assaltos, sem nunca serem apanhados pela Polícia.
Um dia, conhece Debbie, uma jovem que trabalha num diner, e que, tal como ele, adora ouvir música. Apaixonam-se um pelo outro, mas Baby não consegue escapar à má vida que tem e vê-se cada vez mais em situações nas quais não quer estar. Tudo se complica quando o seu patrão e depois as pessoas com quem ele trabalha descobrem que ele gosta desta tal rapariga.
Baby Driver é um filme que não consegue ser aborrecido. Está cheio de sequências de ação, com muitas perseguições e manobras arriscadas em carros. Tem muita cor e é alegre. Definitivamente o que o mais torna especial e diferente é a sua banda sonora. Tal como referi, Baby anda sempre a ouvir música e por isso este é um dos aspectos mais importantes no filme. As músicas adequam-se sempre às cenas e existem até partes em que Baby escolhe uma música para determinado momento - por exemplo, num dos assaltos ele começa a ouvir uma música, mas os seus parceiros atrasam-se com conversas e ele volta a meter a música do início quando eles saem do carro. Está tudo a combinar com as opções musicais. Até os tiros estão em paralelo com a música! E depois, a lista de canções escolhidas é fantástica e para todos os gostos. Não querendo revelar quais são as músicas usadas, como é óbvio não poderia faltar a tal música dos Simon and Garfunkel - e mais não digo.
O filme está repleto de cenas engraçadas, como quando um dos colegas de Baby está encarregue de comprar máscaras do assassino Michael Myers, do filme Halloween, para o assalto. Mas em vez disso compra máscaras do actor Mike Myers - que caso não conheçam, é quem dá a voz ao Shrek na versão original.
Quanto ao elenco, temos presentes caras bastante conhecidas. O protagonista é interpretado por Ansel Elgort - que entrou no filme A Culpa é das Estrelas e também na saga Divergente -, Kevin Spacey - o famoso Lester Burham em Beleza America -, Jamie Foxx, Lily James, Jon Hamm, etc, etc. A começar pelo protagonista, alguns dos actores que aqui estão presentes são difíceis de imaginar neste género de papéis, mas no final estão todos muito bem.
Este é, sem dúvida, um bom filme. Mas se ainda não vos consegui convencer a ir vê-lo, deixo-vos aqui um vídeo com os primeiros seis minutos de Baby Driver, para despertar o vosso interesse.


8/10 ⭐

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Quem é o Super-Homem?

Já escrevi aqui no blogue uma publicação sobre a Mulher Maravilha, em que falava principalmente da sua origem e da sua importância enquanto personagem. Há bocado pensei: "Porque não fazer o mesmo com outros super-heróis? Todos eles têm uma história!". E pronto, aqui estou eu a descarregar tudo cá para fora. O mundo dos super-heróis é muito mais interessante do que pode parecer à primeira vista e é isso que pretendo mostrar-vos. Hoje conto-vos a história do Super-Homem


Em 1938, nos Estados Unidos, mais precisamente em Cleveland, dois amigos fãs de ficção científica, Jerry Siegel e Joe Shuster, juntaram-se e criaram o primeiro super-herói das bandas desenhadas: o Super-Homem. Estes dois jovens, inspirados num sonho de Jerry - que diz ter sonhado com um ser de outro planeta - viram o seu trabalho a ser recusado por várias editoras, até que o conseguiram publicar no primeiro volume da intitulada coleção Action Comics, que mais tarde viria a fazer parte da DC Comics.
Não se sabe se Jerry realmente teve este sonho, mas existem algumas possíveis inspirações para a personagem: Jesse Owens, o atleta norte-americano de descendência africana que participou nos Jogos Olímpicos e que ficou em primeiro lugar - para tristeza de Adolf Hitler, que teve de engolir em seco - e Tarzan, o famoso "homem da selva". 
A personagem tornou-se muito famosa rapidamente: começaram a ser criados anúncios, roupas, acessórios, figuras de ação... Tudo relacionado com o Super-Homem. Era uma sensação, um ícone da cultura popular e um espelho daquilo que todos os americanos queriam ser. Por outro lado, transmitia também a ideia do "sonho americano" e é importante não esquecer que ele é um estrangeiro, um alien, alguém de outro mundo, que foi capaz de se adaptar à vida na América. Enquanto emigrante, digamos assim, ele é aceite e amado pela sociedade.
Relativamente à sua história, o personagem nasceu no Planeta Krypton e o seu verdadeiro nome é Kal-El. É o seu pai, Jor-El, que o envia para o Planeta Terra, porque Krypton está prestes a explodir. O rapaz é encontrado e acolhido por Martha e Jonathan Kent e assume o nome Clark Kent. Pouco depois, começa a descobrir que tem super-poderes e torna-se conhecido por todos como o Super-Homem. Vive, no entanto, uma vida dupla: a sua verdadeira identidade é desconhecida por muitos. Quando não está a salvar o mundo, é apenas um jornalista disfarçado com óculos no Daily Planet, onde também trabalha Lois Lane, por quem se apaixona.
Com o passar dos anos, o Super-Homem começou a ficar para trás e a ser substituído por novas personagens. Surgiu também a ideia de que era uma personagem machista e racista, porque afinal de contas é um homem branco extremamente poderoso. Teve de se adaptar a novas realidades e deixou de ser o único super herói. Na DC Comics, juntaram-se-lhe o Batman - que começou por ser o seu oposto, uma personagem muito mais negra - e a Mulher Maravilha - que era tão forte quanto ele, mas era uma mulher e uma feminista. Começaram a ser criadas personagens distintas e para todos os gostos. Assim, todos os aspectos negativos que existiam em relação ao Super-Homem desapareceram, porque ele já não era o único super-herói: o que ele não era, eram outros. Portanto, cada leitor podia ler as bandas desenhadas com que mais se identificava, mas esta personagem nunca deixou de ser especial porque tinha sido o primeiro a ser criado.
O Super-Homem passou para o grande ecrã em 1978. Até aí já existiam imensas curta-metragens e até mesmo uma série - que ficou marcada pela famosa frase: "It's a bird! It's a plane! It's Superman!" -, mas foi este filme que se manteve mais fiel às histórias das bandas desenhadas, mostrando o lado mais humano da personagem, interpretada por Christopher Reeve. 
Entretanto, o super-herói continua a ser um enorme sucesso. Atualmente, o actor que o interpreta é Henry Cavill. Em 2013 foi lançado o filme Homem de Aço e em 2016 lutou contra o Batman em Batman vs Superman. É possível que a sua próxima aparição seja ainda este ano no filme da Liga da Justiça.


É importante lembrar que ao criarem o Super-Homem, estes dois rapazes, Jerry Siegel e Joe Shuster, deram início à criação do maravilhoso mundo dos Super-Heróis. Porém, nenhum dos dois teve uma vida fácil, até porque nem sempre lhes foram atribuídos os créditos da personagem. Jerry tinha problemas monetários e Joe perdeu grande parte da vista. Ao perceber isto, o diretor da DC Comics na altura tentou ajudá-los ao máximo. Hoje em dia, os nomes deles aparecem em tudo o que está relacionado com o Super-Homem. Podem verificar isso nos créditos quando forem ver um dos filmes que referi em cima!

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Leituras: "Misery", de Stephen King

Misery foi o terceiro livro que li de Stephen King, o famoso escritor de Horror e Suspense. Antes deste, li The Shinning - O Iluminado Bem Vindos a Joyland. O Iluminado é a sua obra mais famosa, mas admito que gostei muito mais desta minha última leitura!


Este livro conta a história de Paul Sheldon, um escritor famoso que criou uma personagem chamada Misery Chastain que é adorada por muitas fãs que leem os seus romances cor-de-rosa. No entanto, ao escrever o seu último livro, Paul decide matar a protagonista para depois se dedicar a uma nova história muito distinta, Carros Velozes.
Um dia, sofre um acidente de viação e fica em muito mau estado, deixando até de conseguir andar. É ajudado por Annie Wilkes, uma antiga enfermeira, que encontra o carro e o leva para a sua casa. Mais tarde, o escritor descobre que Annie é sua fã e adora Misery ao ponto de ter dado este nome a uma porca. Como é de prever, a reação da mulher ao ler o último livro não é nada boa e fica furiosa com a morte da personagem. A partir daqui, obriga Paul a escrever um novo livro que ressuscite Misery.
Paul vê-se obrigado a escrever para se manter vivo, porque Annie revela ser uma mulher louca, uma psicopata que já não vê Misery apenas como uma personagem de ficção. 
O livro começa logo com muita ação, com o acidente de Paul, e depois passa-se quase todo em casa de Annie, mais precisamente no quarto onde o escritor passa os seus dias, ferido, numa luta constante contra as dores.
Quando o comecei a ler, pensei que esta história ia ser um pouco aborrecida, porque é passada sempre no mesmo sítio. Mas Annie é uma personagem muito inconstante, que faz coisas que parecem inimagináveis. É uma mulher doida, com um passado terrível, que magoou muitas pessoas. Há sempre um grande suspense e nunca sabemos o que é que ela vai fazer a seguir e por isso a vontade de continuar a ler vai sempre aumentando. 
Ao longo do livro, vamos tendo acesso também a vários fragmentos da obra de Paul, ao ressuscitar de Misery. Pessoalmente estava à espera de algo mais nestas partes. A famosa Misery é uma personagem pouco interessante, o que me deixou a pensar no porquê de Annie gostar tanto dela, ao ponto de querer que ela regresse dos mortos. Mas a meu ver, a história da Misery não interessa realmente. O que importa é o que ela provoca.
Este é um livro que é capaz de nos causar várias sensações. Existem páginas que fazem descrições que são capazes de deixar qualquer pessoa enojada. Preparem-se também para sentir uma enorme raiva. Sentimos o mesmo que Paul sente e até é possível imaginar todas as suas dores através das várias descrições e comparações que nos são dadas.
É uma obra muito intensa. Stephen King mostra aqui que é realmente um mestre do Horror e do Suspense. Recomendo a todos os que estejam interessados neste género!

Em breve vou publicar também uma opinião sobre o filme que foi baseado nesta obra!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Feliz aniversário, Rowling! Parabéns, Potter!

Para que isto não se torne apenas num blogue sobre Cinema (ou, como tem acontecido nas últimas publicações, sobre filmes de Guerra...), hoje venho celebrar um aniversário muito especial e provavelmente já sabem quem é a aniversariante!
Há precisamente 52 anos atrás, nascia uma das mulheres mais fortes, determinadas e uma das escritoras mais carismáticas de sempre: J. K. Rowling! Pois é, hoje é o seu aniversário! Mas também é o dia de anos do protagonista dos seus livros: Harry Potter, com o qual a autora decidiu partilhar a sua data de nascimento! Dois aniversários para celebrar! 
Há por aí algum fã do mundo do jovem feiticeiro? Se sim, contem-me como é que a obra desta escritora entrou nas vossas vidas! Hoje estou curiosa! 😊

"O Herói de Hacksaw Ridge" em análise

Este filme foi lançado no ano passado, em Novembro, e na altura fui vê-lo ao cinema. Ontem à noite, os meus pais queriam ver um filme e sugeri que vissem este. Como na altura em que o vi pela primeira vez ainda não tinha este blogue, não podia escrever nada sobre ele. Agora que o vi pela segunda vez, achei boa ideia partilhar com vocês este filme realizado por Mel Gibson.


O Herói de Hacksaw Ridge conta a história verídica de Desmond Doss, um jovem que se alistou no exército americano mas com a condição de que não ia pegar em nenhum arma, porque as suas convicções religiosas o impediam de matar, mesmo que seja um inimigo. Este jovem tinha o sonho de ser médico e queria servir o seu país na Grande Guerra, mas como socorrista: em vez de matar pessoas, queria salvá-las. 
Ao inicio, Desmond sofre um enorme preconceito por parte dos seus colegas, que acham que ainda vão sofrer por causa da recusa deste soldado em usar armas. Chegam a maltratá-lo, para que este desista e vá para casa. Mas Doss não deixa de querer ajudar como socorrista e acaba por ir para a Guerra sem uma única arma. 
O filme começa com uma longa introdução, que deve durar cerca de metade do tempo de duração, em que nos é apresentado o jovem Desmond Doss: conhecemos a sua família - o seu irmão, a sua mãe e o seu pai, que foi soldado também mas que agora é um homem traumatizado que se refugia na bebida - e a sua namorada, Dorothy, que é enfermeira (também ficamos a saber mais sobre a maneira como eles se conheceram, em vários momentos divertidos). Os primeiros segundos do filme, porém, antes desta introdução, são precisamente o fim - vemos o jovem a ser transportado numa maca. 
No desenrolar da ação, vamos percebendo que o filme não trata apenas da Guerra. Também a Religião está presente, pois as convicções do protagonista são, de um certo modo, a base para tudo o que acontece. Os pedidos de ajuda a Deus durante a Batalha são constantes e a crença de que existe alguém a ajudá-lo está sempre presente. Na parte final, então, os apelos ao Senhor são algo que se repete. 
A grande introdução que referi faz um enorme contraste com o que se segue. No início temos momentos de paz, de família e de amor. De seguida estamos numa Guerra contra os japoneses em que vemos homens a serem mortos com granadas, bombas, tiros, decapitações, a serem comidos por ratazanas, etc. As imagens podem ser chocantes para quem não está habituado a este estilo de filmes. 
Aqui vivemos apenas o ponto de vista dos americanos e, tal como eles, tomamos os japoneses como inimigos. Existe apenas uma parte do filme em que vemos a perspectiva dos japoneses, que é quando estes se rendem e os Aliados vencem a Batalha. 
O filme conta com uma banda sonora composta por Rupert Gregson-Williams e no elenco temos caras conhecidas como Andrew Garfield (que fez de Homem-Aranha), Sam Worthington (protagonista do filme Avatar), Hugo Weaving (Elrond em O Senhor dos Anéis), entre muitos outros. 

O verdadeiro Desmond Doss
Quando fui ver O Herói de Hacksaw Ridge ao cinema, no final todas as pessoas que estavam na sala começaram a bater palmas, num gesto de respeito e homenagem. Como este filme conta uma histórica real, não podia deixar de referir e mostrar aqui o verdadeiro herói.


Desmond Doss, como já foi dito nesta publicação, esteve presente na Segunda Grande Guerra, mais precisamente na Batalha de Okinawa, onde serviu como socorrista. Como podem ver no filme, salvou 75 homens sozinho. Mais tarde, tornou-se no primeiro Objetor de Consciência a receber uma Medalha de Honra na Guerra. Este herói faleceu em 2006, vitima de vários problemas respiratórios.

Por fim, deixo-vos aqui a parte final do filme, onde várias das pessoas que serviram de inspiração a esta obra foram entrevistadas, incluindo Desmond Doss.