sexta-feira, 14 de julho de 2017

"Homem-Aranha: Regresso a Casa" em análise 🕷

Três anos depois do lançamento do último filme, o Homem-Aranha está de volta ao grande ecrã, com um visual renovado e menos anos de vida em cima. 


Tobey McGuire, o primeiro Peter Parker no Cinema, foi substituído por Andrew Garfield há uns anos atrás e agora chegou a vez do jovem Tom Holland vestir o fato de um dos super heróis mais conhecidos da Marvel. A escolha do casting começou por gerar críticas menos positivas, visto que tanto o protagonista como a sua tia May são muito mais novos do que nos filmes anteriores, mas depressa os fãs das bandas desenhadas defenderam que o ator e todo o restante elenco foram uma boa escolha para representar esta diferente fase da personagem.
Tom Holland já tinha aparecido em Capitão América: Guerra Civil no ano passado. Admito que quando o vi não gostei. Por esse motivo, as minhas expectativas para este novo filme não eram muito elevadas, pelo menos até ter começado a ver as primeiras críticas que o consideravam o melhor de todos os Homem-Aranha até agora. Os primeiros momentos deste filme estão precisamente relacionados com a Guerra Civil e temos sempre presente o Homem de Ferro, Tony Stark, que é um ídolo, digamos assim, para o nosso aracnídeo. Também o Capitão América aparece várias vezes.
Homecoming apresenta-nos a adolescência de Peter Parker. Durante todo o filme sentimos que estamos numa escola secundária e ficamos a conhecer os amigos do rapaz - Ned, Flash, Michelle e Liz. Este filme mostra que Peter Parker é um adolescente como todos nós somos ou fomos.
No papel de vilão temos Michael Keaton a usar asas mais uma vez para desempenhar o papel de Vulture. Eu estava à espera de mais ação vinda desta personagem e até ao intervalo não estava a gostar. Mas na segunda parte do filme, descobre-se que este está mais ligado ao Peter do que era esperado. Acho que toda a gente que viu o filme ficou de boca aberta quando a porta de uma certa casa se abre e quem está lá é o Michael Keaton.
É preciso termos consciência de que este filme não é como os anteriores. Estamos perante a vida de um adolescente que descobre que tem poderes e tenta usá-los de uma maneira positiva para ser capaz de se juntar aos Vingadores. O que vemos aqui é a vida normal dele - as vergonhas na escola, as amizades, o nervosismo com relacionamentos, etc - em paralelo com a sua vida de super herói. É um filme leve, com muitas partes para rir - incluindo a do pós créditos (sim, porque os filmes da Marvel agarram-nos mesmo até ao fim dos créditos, não é?). Apesar das poucas expectativas, saí do cinema bastante feliz. Achei o filme agradável e também achei que o Tom Holland fica muito bem no papel.
7/10 ⭐

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