quarta-feira, 26 de julho de 2017

"Planeta dos Macacos: a Guerra" em análise 🐵

A trilogia Planeta dos Macacos chega agora ao fim com “Planeta dos Macacos: a Guerra”. Matt Reeves, que já tinha realizado o segundo filme, apresenta-nos agora o terceiro capítulo. Andy Serkis - actor conhecido especialmente por ter feito a personagem Gollum, em O Senhor dos Anéis - volta a dar vida a Caesar, o líder dos macacos.


Para começar, o grupo de Caesar sofre várias baixas e é isso que desperta o desejo de vingança no líder. Tal como o nome indica, tudo vai conduzir a uma Guerra contra os humanos, retomando o final do filme anterior, "Planeta dos Macacos: o Confronto". Se calhar, e não querendo arruinar este momento para quem ainda não viu o filme, imaginamos que vai haver uma Guerra enorme: com muito sangue, muitas mortes, muitas armas... De facto, é isso que acontece, mas não da maneira que pensávamos que ia ser. Antes desta parte, vemos imagens dos macacos presos, num sítio que relembra os Campos de Concentração. Também aqui estes são obrigados a trabalhar, são torturados e mortos. O ódio entre humanos e macacos está definitivamente estabelecido. A diferença é que os macacos são capazes de mostrar misericórdia, ao contrário do Coronel que comanda todos os soldados, homens e mulheres. 
Tal como nos outros filmes, a nossa atenção centra-se nos macacos e os humanos estão longe de ser tão interessantes. No entanto vou destacar aqui a personagem da rapariga loira que aparece e que, mais tarde, ganha um nome. Primeiro porque é, de um certo modo, importante para atingir o final: é ela que dá força a um dos protagonistas para que este nunca desista. Segundo, porque o filme tem momentos entre ela e os macacos que são extremamente amorosos e agradáveis de ver. Ela pode ser considerada a Paz no meio da Guerra. Pessoalmente, adorei as cenas entre ela e o orangotango Maurice, que admito ser a minha personagem favorita - pela sua personalidade bondosa e pela sua maneira de pensar; é um excelente conselheiro e está sempre ao lado de Caesar. 
Relativamente a aspectos mais técnicos, digamos assim, a banda sonora é fundamental para atingir um bom grau de suspense, para além de nos prender ainda mais a atenção. Temos momentos em que ela está presente, mas mal nos apercebemos disso. E depois temos momentos em que apenas ouvimos o som dos instrumentos e sabemos que algo importante vai acontecer.
Também os maravilhosos efeitos do filme e a excelente qualidade de imagem são para destacar. Mas para realçar isso, vou recorrer a um vídeo do behind the scenes, em que podem assistir à aplicação do CGI em Andy Serkis. Certamente vai fazer com que queiram ver este filme!


Para terminar, recomendo a visualização deste filme que, na minha opinião, foi o melhor dos três e um grande desfecho para a trilogia. Como é óbvio, sugiro que, caso não tenham visto, assistam primeiro aos dois capítulos anteriores: "Planeta dos Macacos: a Origem" e "Planeta dos Macacos: o Confronto". 
8/10 ⭐

2 comentários:

  1. Estou tão ansiosa para ver esse filme. Acho a história incrível e os efeitos são muito bons!

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  2. O filme está mesmo muito bom e depois de saber como tudo foi feito ainda se torna mais especial! Obrigada pela visita!

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